E sonhei.
E chorei.
E pensei.
E ao concluir, sorri.


terça-feira, 4 de setembro de 2007

I hate.

Data: 29 . Julho . 2007
Título: I hate.
Detesto. Detesto tudo o que representas. Detesto a tua maneira de ser. Detesto a falsidade. Detesto como te senti. Detesto como te vi. Detesto a maneira como me falas. Detesto a maneira como me ignoras. Detesto a maneira como me tratas. Detesto a tua falta de atenção. Detesto a tua falta de capacidade para admitires um erro. Detesto a tua hipocrisia. Detesto o teu falso amor. Detesto o falso [b]Alento[/b]. Detesto as criancices. Detesto as lamentações. Detesto as palavras de dor. Detesto a falta de Esperança. Detesto as tuas lágrimas. Detesto o riso cínico. Detesto a maneira como me deitas abaixo. Detesto como me fazes sentir. Detesto a maneira como me arrancas, sem pudor, as forças. Detesto a calma, que esconde o desespero. Detesto a maneira como te escondes dos problemas. Detesto a maneira como me soa falso o sorriso, de quem muito chora. Odeio a falsa Felicidade. Sinto a vida a fugir do meu corpo e da minha Alma. Sinto o falso e doloroso, alento. Mas, que vida é esta? Que vida tenho? Que vida virei a ter, um dia? Será que serei feliz, nas minhas tristezas? Será que vou ter o falso Sorriso, que tanto detesto? Estou completamente farta. Farta! Farta das conversas que me fazem chorar. Farta das pessoas. Farta de não conseguir aguentar. Não consigo chorar. Mas choro. Porque? Porque me dói a Alma? Porque sinto um enorme peso na Alma? Dói. Dói imenso. Dói como nunca doeu. Dói. É uma dor que não passa. A dor é tão intensa. A dor é tão dura. Qual é o objectivo desta horrível dor? Matar-me? É isso? É essa a razão de tão tremenda dor? Talvez. Talvez, sim ou não. Talvez, boa resposta. Odeias a vida? Talvez. Depende mais dos dias. Choras muito? Provavelmente, talvez. Sentes-te abandonada? Talvez. Gostavas de ter Alento? Talvez, quem sabe. Claro que sim. Já foste abandonada? Já. E gostaste da experiência? Não muito. E quem te abandonou? Depende das situações. Mas acho que a que custou mais, foi ser abandonada pelo meu pai. Ironias da vida. Já foste feliz? Não. Alegre sim. Que mudarias na tua vida? Talvez atitudes. Ou então não sei. Gostavas de conhecer alguém que te fizesse feliz? Não. Porque? Porque depois essa pessoa ir-se-ia embora, e é melhor não. Que achas que poderia mudar-te? Compreensão. Carinho. Alento. Paz. Alguns gestos, mesmo que fossem poucos, de Amor, Talvez. O que mudarias na tua família? Ora aí esta uma boa pergunta. Mudava muita coisa. Acabava com as Malditas lamentações. Exterminava as criticas, exageradas e repetidas. Enfim, mudaria muita coisa. Já te tentaste matar? Fisicamente, não. Há quanto tempo não choras? Não tenho bem a certeza mas foi á menos de uma hora.

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Awww... The sky is crying.